Uso palavras emprestadas para dizer quem sou
Encontro sempre um modo de parecer quem quero
Quando meio Adélia invento um passado e mostro-me mulher madura
Noutro dia sendo Clarice encontro mistérios em mim
Florbela é o auge da intenção de desnudar-me sangrenta
Brinco de inventar com o Rosa
Simplifico sentimentos ao parecer Quintana
Valso com Chico ao sentir-me mulher
Drummond me ajuda a carregar o mundo
E vou assim tal qual personagem sem rosto
quarta-feira, 22 de junho de 2011
ela cresce aos poucos a menina cresce e faz suas escolhas aos poucos tateia vai no rastro das histórias sua felicidade sua liberdade não pertencem a ninguém mas só a ela não cabem em colo de outros por serem grandes demais pra qualquer um carregar
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